Abordar um tema delicado, não é fácil.
E foi necessário que eu me preparasse bastante, e pensasse muito no que diria/perguntaria ao Guilherme.

Como invadir a privacidade da pessoa a tal ponto de descobrir o que se passa na sua cabeça durante uma crise? Como percorrer possíveis traumas de infância pelo bem da reportagem? Aceitaria a fonte expor sua vida assim?

Felizmente, fui bem sucedida.
O resultado dessa entrevista, você, caro internauta, confere na sexta-feira, prazo final para entrega da matéria!
=)